sábado, 14 de abril de 2012

Suba degrau por degrau, O Progresso Pessoal lhe aproxima do Pai Celestial,

ESCOLHA O SENHOR E ELE TE ESCOLHERÁ PARA VIVER COM ELE.
Amo vocês!!

Cremos que ao aceitar e agir de acordo com esse valores,
estaremos preparadas para fortalecer o lar e a família,
FAZER E E GUARDAR CONVÊNIOS SAGRADOS,
RECEBER AS ORDENANÇAS DO TEMPLO E
DESFRUTAR AS BENÇÃOS DA EXALTAÇÃO...

terça-feira, 10 de abril de 2012

Veja esta e outras animações em www.mixanimacoes.com

” (Gospel Truth: Discourses and Writings of President George Q. Cannon, sel. Jerreld L. Newquist, 2 vols., 1974, 1:2.)

“Nós, pessoas humildes, que muitas vezes nos sentimos tão sem valor e tão inúteis, não somos tão pouco valiosas como pensamos. Não há nenhum de nós que não tenha sido alvo do amor de Deus. Não há nenhum de nós por quem Ele não tenha cuidado ou Se preocupado. Não há nenhum de nós que Ele não tenha tido o desejo de salvar e para quem Ele não tenha elaborado meios para salvar. Não há nenhum de nós por quem Ele não tenha designado Seus anjos para que cuidassem. Podemos ser insignificantes e desprezíveis à nossa própria vista e no das outras pessoas, mas a verdade é que somos filhos de Deus e que Ele realmente designou Seus anjos—seres invisíveis com poder e vigor—para cuidarem de nós, e eles cuidam de nós e zelam por nós.” (Gospel Truth: Discourses and Writings of President George Q. Cannon, sel. Jerreld L. Newquist, 2 vols., 1974, 1:2.)

Bednar, David A., Liahona Nov 2006, p 89

"Colocar meu casamento antes do meu orgulho", Irene Eubanks,Liahona janeiro de 2008, p37

"Como qualquer casal, meu marido e eu tivemos algumas desavenças durante nosso casamento. Mas um incidente permanece vivo em minha mente. Não me lembro mais a razão da nossa desavença, mas paramos de nos falar, e lembro-me de sentir que aquilo tudo era culpa do meu marido. Achava que eu não havia feito nada que me levasse a pedir desculpas. Durante o dia, fiquei esperando que meu marido pedisse desculpas. Com certeza ele veria o quanto estava errado. Deveria ser claro o quanto ele tinha ferido meus sentimentos. Senti que tinha de me defender; era uma questão de honra. O dia se aproximava do fim e eu comecei a perceber que estava esperando em vão; então me dirigi ao Senhor em oração. Orei para que meu marido percebesse o que ele tinha feito e como aquilo estava afetando o nosso casamento. Orei para que ele fosse inspirado a se desculpar para que pudéssemos encerrar a nossa desavença. Enquanto orava, tive a forte impressão de que deveria pedir desculpas ao meu marido. Fiquei um pouco chocada com esse sentimento e imediatamente expressei, na oração, que não havia feito nada de errado e portanto não deveria ser eu a pedir desculpas. Um pensamento surgiu com força em minha mente: “Você quer ter razão ou quer estar casada?” Enquanto ponderava essa pergunta, percebi que poderia me apegar ao meu orgulho e não desistir até que ele se desculpasse, mas quanto tempo isso levaria? Dias? Eu me sentia muito triste por não estarmos nos falando. Entendi que, mesmo que esse incidente não fosse o fim do nosso casamento, com o passar dos anos, o fato de ser sempre irredutível poderia causar sérios danos à união. Decidi que era mais importante ter um casamento feliz e amoroso do que manter meu orgulho intacto por causa de algo que mais tarde poderia parecer banal. Fui até meu marido e pedi desculpas por tê-lo deixado triste. Ele também se desculpou e logo estávamos felizes e amorosamente unidos de novo. Desde esse incidente, houve ocasiões em que precisei me perguntar de novo: “Você quer ter razão ou quer estar casada?” Como sou grata por essa grande lição, aprendida na primeira vez em que me deparei com aquela pergunta! Ela sempre me ajuda a redirecionar minha perspectiva e colocar meu marido e meu casamento antes do meu orgulho." ("Colocar meu casamento antes do meu orgulho", Irene Eubanks,Liahona janeiro de 2008, p37)
“No clássico de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas, Alice chega a uma encruzilhada onde há dois caminhos diante dela, seguindo em direções opostas. Ela se defronta, então, com o Gato Risonho, a quem pergunta: “Que caminho devo tomar?” O gato responde: “Isso depende do lugar aonde quer chegar. Se não sabe para onde quer ir, então pouco importa o caminho que irá tomar”.1 Ao contrário de Alice, todos sabemos para onde queremos ir. Realmente importa aonde você quer ir, porque o caminho que tomar nesta vida o levará para a senda que trilhará a seguir. O Pai Celestial deu a cada um de nós o poder para pensar, raciocinar e decidir. Cada um de nós tem a responsabilidade de escolher. Talvez se pergunte: As decisões são realmente importantes?” Digo-lhe que as decisões determinam o destino. Você não pode tomar decisões eternas sem conseqüências eternas. Darei a você uma fórmula simples com a qual poderá medir as escolhas com que se defrontar. É fácil lembrá-la: “Você não estará certo se fizer o que é errado; você não estará errado se fizer o que é certo”. É preciso ter coragem para pensar o que é certo, escolher o que é certo e fazer o que é certo.” (Monson, Tomas S., Encruzilhadas, O Amigo Abril 2004 p 2)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

segunda-feira, 2 de abril de 2012