segunda-feira, 19 de setembro de 2011
O Náufrago e a Fé
Um certo homem saiu em uma viagem.
Era um homem temente a Deus, e sabia que o Senhor o protegia.
Durante a viagem, uma forte tempestade surgiu e o barco afundou.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu ao Senhor por este livramento maravilhoso da morte.
Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu
ao Senhor, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.
Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada.Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
-Senhor! Como é que foi deixar acontecer isto comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa e o Senhor deixou queimar todinha. O Senhor não tem compaixão de mim? Eu sempre faço minhas orações diárias.
E assim permaneceu o homem durante algumas horas, envolvido em sua revolta e dor.
Passado algum tempo, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
-Que bom encontrá-lo... você está bem?
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro acompanhado de uma equipe:
-Vamos rapaz, nós viemos te buscar...
-Mas como é possível? Como souberam que eu estava aqui?
-Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.
O grupo entrou no barco e o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus familiares tão queridos.
A PROPÓSITO, COMO ANDA A SUA FÉ ?
Era um homem temente a Deus, e sabia que o Senhor o protegia.
Durante a viagem, uma forte tempestade surgiu e o barco afundou.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu ao Senhor por este livramento maravilhoso da morte.
Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço construiu uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu
ao Senhor, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.
Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada.Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
-Senhor! Como é que foi deixar acontecer isto comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa e o Senhor deixou queimar todinha. O Senhor não tem compaixão de mim? Eu sempre faço minhas orações diárias.
E assim permaneceu o homem durante algumas horas, envolvido em sua revolta e dor.
Passado algum tempo, uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
-Que bom encontrá-lo... você está bem?
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro acompanhado de uma equipe:
-Vamos rapaz, nós viemos te buscar...
-Mas como é possível? Como souberam que eu estava aqui?
-Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante.
O grupo entrou no barco e o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus familiares tão queridos.
A PROPÓSITO, COMO ANDA A SUA FÉ ?
Para Refletir
Sou mãe de três crianças e recentemente terminei a minha faculdade. A última aula que assisti foi de sociologia...
O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser.
O último projeto do curso era simplesmente chamado "Sorrir". A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações. Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma. Então, achei que isto seria muito tranquilo para mim....
Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald's. Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho. Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo.
Não me movi um centímetro. Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram. Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto.
Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava "sorrindo". Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação. Ele disse, Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado.
O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo. Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação.
Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois...
A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam...
Ele disse, "Café já está bom, por favor....", pois era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquelafria manhã de março, deveriam comprar algo. Ele apenas queria se esquentar)...
Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis...
Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha.
Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada. Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis.
Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!
Eu me inclinei e acariciei sua mão. Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho. Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar aos outros algo pois Deus nos tem dado muito......
Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta história em minhas mãos. Eu entreguei "meu projeto" ao professor e ele o leu. E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a classe?", eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto....
Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que, como seres humanos e como partes de Deus, nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados...
"... Quando fizerdes a um destes pequeninos irmãos, a mim o fizestes..."
O professor dava as aulas de uma maneira inspiradora, de uma maneira que eu gostaria que todos os seres humanos também pudessem ser.
O último projeto do curso era simplesmente chamado "Sorrir". A classe foi orientada a sair e sorrir para três estranhos e documentar suas reações. Sou uma pessoa bastante amigável e normalmente sorrio para todos e digo oi de qualquer forma. Então, achei que isto seria muito tranquilo para mim....
Após o trabalho ser passado para nós, fui com meu marido e o mais novo de meus filhos numa manhã fria de Março ao McDonald's. Foi apenas uma maneira de passarmos um tempo agradável com o nosso filho. Estávamos esperando na fila para sermos atendidos, quando de repente todos a nosso redor começaram a ir para trás, e então o meu marido também fez o mesmo.
Não me movi um centímetro. Um sentimento arrebatador de pânico tomou conta de mim, e me virei para ver a razão pela qual todos se afastaram. Quando me virei, senti um cheiro muito forte de uma pessoa que não toma banho há muitos dias, e lá estava na fila dois pobres sem-teto.
Quando eu olhei ao pobre coitado, próximo a mim, ele estava "sorrindo". Seus olhos azuis estavam cheios da Luz de Deus, pois ele estava buscando apenas aceitação. Ele disse, Bom dia!, enquanto contava as poucas moedas que ele tinha amealhado.
O segundo homem tremia suas mãos, e ficou atrás de seu amigo. Eu percebi que o segundo homem tinha problemas mentais e o senhor de olhos azuis era sua salvação.
Eu segurei minhas lágrimas, enquanto estava lá, parada, olhando para os dois...
A jovem mulher no balcão perguntou-os o que eles queriam...
Ele disse, "Café já está bom, por favor....", pois era tudo o que eles podiam comprar com as poucas moedas que possuiam... (Se eles quisessem apenas se sentar no restaurante para se esquentar naquelafria manhã de março, deveriam comprar algo. Ele apenas queria se esquentar)...
Então eu realmente sucumbi àquele momento, quase abraçando o pequeno senhor de olhos azuis...
Foi aí que notei que todos os olhos no restaurante estavam sobre mim, julgando cada pequena ação minha.
Eu sorri e pedi à moça no balcão que me desse mais duas refeições de café da manhã em uma bandeja separada. Então, olhei em volta e vi a mesa em que os dois homens se sentaram para descansar... Coloquei a bandeja na mesa e coloquei minha mão sobre a mão do senhor de olhos azuis.
Ele olhou para mim, com lágrimas nos olhos e me disse, "Obrigado!
Eu me inclinei e acariciei sua mão. Comecei a chorar enquanto me afastava deles para sentar com meu marido e meu filho. Seguramos nossas mãos por um momento, e sabíamos que pudemos dar aos outros algo pois Deus nos tem dado muito......
Retornei à aula na faculdade, na última noite de aula, com esta história em minhas mãos. Eu entreguei "meu projeto" ao professor e ele o leu. E então, ele me perguntou: "Posso dividir isto com a classe?", eu consenti enquanto ele chamava a atenção da classe para o assunto....
Ele começou a ler o projeto para a classe e aí percebi que, como seres humanos e como partes de Deus, nós dividimos esta necessidade de curarmos pessoas e de sermos curados...
"... Quando fizerdes a um destes pequeninos irmãos, a mim o fizestes..."
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
A UNIÃO FAZ A FORÇA
macaco estava com muita fome, mas só do outro lado do rio havia alimento e a ponte tinha caído.
Ficou, sorumbático e desenxabido, sentado em uma pedra observando a sua volta apenas pedras e vegetação imprópria para sua alimentação, esperando que aparecesse alguém para consertar a ponte.
Pouco depois chegou um javali e olhando desanimado para o rio disse:
- Que maçada!
- Eu estou esperando que consertem a ponte, respondeu o macaco. Não saio daqui antes disso.
- Então, eu vou esperar também.
E acomodou-se.
O veado apareceu logo em seguida:
- Será que vão consertar logo essa ponte? com a fartura do lado de lá.
Foi então que uma formiga que os observava falou:
- Olhe aquele tronco caído ali. Se vocês o arrastarem para o rio terão uma
- Não sei. Os homens são tão preguiçosos!
Depois chegou o coelho e também se aborreceu com o contratempo e juntou-se aos outros para esperar.
Todos estavam famintos e ansiosos para atravessar o rio e deliciar-se canoa improvisada que poderá levá-los ao lado de lá.
- Boa idéia! Exclamou o coelho, mas eu não tenho força suficiente para empurrá-lo.
- Nem eu, disse o javali.
- Nem eu, disse o macaco.
- Nem eu, disse o veado.
- Espera aí, disse a formiga. Nenhum de vocês pode mover um tronco tão pesado,sozinho, mas se se unirem poderão fazê-lo
- Isso mesmo disse o coelho, só que eu como sou o menorzinho não posso ajudar.
- Eu também não posso porque estou muito cansado, disse o porco.
- Nem eu, porque estou com muita fome, disse o veado.
- E eu estou com dor nas costas, não posso fazer força, concluiu o macaco.
- É uma pena, tornou a formiga. Vocês poderiam fazer uma forcinha, depois se fartariam, mas, como não querem, vão ficar ai morrendo de fome até alguém consertar a ponte, sabe-se lá, quando!.
Diante da evidência os bichos resolveram unir-se. Empurraram o tronco para a água e subiram nele, munidos de varas compridas para impulsionar o barco improvisado
- Ei! Espere aí, gritou a formiga, que eu também vou.
- Não vai não, exclamou o macaco. Você não ajudou a empurrar o tronco, não tem direito.
- Como não? Não fui eu que dei a idéia? Nenhum de vocês tinha pensado numa solução tão simples.
Os bichos então compreenderam que cada um ajuda como pode. Uns trabalham com os braços, outros com a mente, e precisam unir-se porque "A UNIÃO FAZ A FORÇA"
Ficou, sorumbático e desenxabido, sentado em uma pedra observando a sua volta apenas pedras e vegetação imprópria para sua alimentação, esperando que aparecesse alguém para consertar a ponte.
Pouco depois chegou um javali e olhando desanimado para o rio disse:
- Que maçada!
- Eu estou esperando que consertem a ponte, respondeu o macaco. Não saio daqui antes disso.
- Então, eu vou esperar também.
E acomodou-se.
O veado apareceu logo em seguida:
- Será que vão consertar logo essa ponte? com a fartura do lado de lá.
Foi então que uma formiga que os observava falou:
- Olhe aquele tronco caído ali. Se vocês o arrastarem para o rio terão uma
- Não sei. Os homens são tão preguiçosos!
Depois chegou o coelho e também se aborreceu com o contratempo e juntou-se aos outros para esperar.
Todos estavam famintos e ansiosos para atravessar o rio e deliciar-se canoa improvisada que poderá levá-los ao lado de lá.
- Boa idéia! Exclamou o coelho, mas eu não tenho força suficiente para empurrá-lo.
- Nem eu, disse o javali.
- Nem eu, disse o macaco.
- Nem eu, disse o veado.
- Espera aí, disse a formiga. Nenhum de vocês pode mover um tronco tão pesado,sozinho, mas se se unirem poderão fazê-lo
- Isso mesmo disse o coelho, só que eu como sou o menorzinho não posso ajudar.
- Eu também não posso porque estou muito cansado, disse o porco.
- Nem eu, porque estou com muita fome, disse o veado.
- E eu estou com dor nas costas, não posso fazer força, concluiu o macaco.
- É uma pena, tornou a formiga. Vocês poderiam fazer uma forcinha, depois se fartariam, mas, como não querem, vão ficar ai morrendo de fome até alguém consertar a ponte, sabe-se lá, quando!.
Diante da evidência os bichos resolveram unir-se. Empurraram o tronco para a água e subiram nele, munidos de varas compridas para impulsionar o barco improvisado
- Ei! Espere aí, gritou a formiga, que eu também vou.
- Não vai não, exclamou o macaco. Você não ajudou a empurrar o tronco, não tem direito.
- Como não? Não fui eu que dei a idéia? Nenhum de vocês tinha pensado numa solução tão simples.
Os bichos então compreenderam que cada um ajuda como pode. Uns trabalham com os braços, outros com a mente, e precisam unir-se porque "A UNIÃO FAZ A FORÇA"
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Nem tudo é fácil
É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!!!
Cecília Meireles
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!!!
Cecília Meireles
Amar:
Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro.
Mário Quintana
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram sussurros
e palavras mudas que te dediquei...
O amor é quando a gente mora um no outro.
Mário Quintana
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Dez coisas que levei anos para aprender.... por Luís Fernando Veríssimo
1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom ou empregado, não pode ser uma boa pessoa. (Esta é muito importante. Preste atenção, nunca falha).
2. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance. (Na maioria das vezes quem está te olhando também não sabe! Ta valendo!).
3. A força mais destrutiva do universo é a fofoca. (Deus deu 24 horas em cada dia para cada um cuidar da sua vida e tem gente que insiste em fazer hora-extra!).
4. Não confunda sua carreira com sua vida. (Aprenda a fazer escolhas!).
5. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite. (Quem escreveu deve ter conhecimento de causa!).
6. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria 'reuniões'. (Onde ninguém se entende.......).
7.Há uma linha muito tênue entre 'hobby' e 'doença mental'. (Ouvir música é hobby... No volume máximo às sete da manhã pode ser doença mental!).
8. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito. (Que bom!).
9.. Lembre-se: nem sempre os profissionais são os melhores. Um amador construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic. (É Verdade!).
Uma última, mas não menos sábia.
10.'Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra'. William Shakespeare
sábado, 9 de julho de 2011
Tinha-se perdido, e foi achado
"Referindo-se à parabola do filho Pródigo, o Pres. Gordon B. Hinclley disse:
Todo o pai deve lê-la, repetidamente.É suficientemente grande para abarcar
toda a humanidade, pois não somos todos filhos pródigos, que precisamos
arrepender-nos e participar do perdão misericordioso do Pai Celeste, e
seguir-lhe o exemplo?"
Todo o pai deve lê-la, repetidamente.É suficientemente grande para abarcar
toda a humanidade, pois não somos todos filhos pródigos, que precisamos
arrepender-nos e participar do perdão misericordioso do Pai Celeste, e
seguir-lhe o exemplo?"
A descoberta da joaninha (Bella Leite Cordeiro)
Dona Joaninha vai a uma festa em casa da lagartixa. Vai ser uma delícia!
Todos os bichinhos foram convidados... Afinal chegou o grande dia. O dia da festa na casa da Lagartixa.
Dona Joaninha está feliz. Quer ir muito bonita! Por que assim, todo mundo vai querer dançar e conversar com ela! E ela poderá se divertir a valer!
Por isso, colocou uma fita na cabeça, uma faixa na cintura, muitas pulseiras nos braços e ainda levou um leque para se abanar.
No caminho, encontrou Dona Formiga na porta de do formigueiro e disse:
- Bom dia Dona Formiga! Não vai à festa da lagartixa?
- Não posso minha amiga. Ontem fizemos mudança e eu não tive tempo de me preparar...
- Não tem problema! Tudo bem! Eu posso emprestar a fita que tenho na cabeça e você vai ficar linda com ela! Quer???
- Mas que legal Dona Joaninha! Você faria isso por mim?
- Claro que sim! Estou muito enfeitada! Posso dividir com você.
Tirou a fita de sua cabeça e a ofereceu para Dona Formiga que, feliz, decidiu ir à festa.
Lá se foram as duas. A formiga radiante com a fita na cabeça.
Mais adiante, encontraram Dona Aranha na sua teia fazendo renda.
- Oi! Aonde vão as duas tão bonitas?
- à festa da lagartixa! Você não vai???
- Sinto muito! Tive muitas despesas este mês e sem dinheiro não pude me preparar para a festa.
- Não seja por isso! Disse a Joaninha - Estou muito enfeitada! Posso bem emprestar as minhas pulseiras... Vão ficar lindíssimas em você!
Emprestou suas pulseiras, que ficaram lindas em Dona Aranha.
- Que maravilha! Disse a aranha entusiasmada – Sempre tive vontade de usar pulseiras em meus braços! Dona Joaninha, você é legal demais! Sabia?
As três, radiantes de felicidade, seguiram rumo à festa.
Um pouco adiante, encontraram a Taturana. Como sempre, estava morrendo de calor!
- Oi, Dona Taturana! Como vai?
- Mal! Muito mal com esse calor! Sabe que nem tenho disposição para ir à festa da Lagartixa.
- Ora! Mas para isso dá-se um jeito! Disse a Joaninha muito amável – Posso lhe emprestar o meu leque.
E lá se foi também a Taturana, muito alegre, se abanando com o leque, e encantada com a gentileza da amiga. Logo depois, deram de cara com a Minhoca. Que tinha colocado a cabeça pra fora da terra para tomar um pouco de ar.
- Dona Minhoca, não vai à festa? Disse a turminha ao passar por ela.
- Não dá, sabe? Eu trabalho demais! Quase não dá tempo pra comprar as coisas de que preciso.. E, agora, estou sem ter uma boa roupa boa pra vestir! Sinto bastante! Porque sei que a festa vai ser muito legal! Mas, que se há de fazer?...
- Ora, Dona Minhoca – Disse a Joaninha com pena dela – Dá-se um jeito... Posso emprestar a minha faixa e com ela você ficará muito elegante!
E emprestou a sua faixa à Minhoca que ficou muito elegante. E seguiu com as amigas para a festa.
Dona Joaninha estava tão feliz com a alegria das outras, que nem reparou ter dado tudo o que ela havia posto para ficar mais bonita. Mas, a alegria de seu coração aparecia nos olhos, no sorriso, e em tudo o que ela dizia! E isso a fez tão linda, mas tão linda que ninguém, na festa dançou e se divertiu mais do que ela!
Foi então que a Joaninha descobriu que para a gente ficar bonita e se divertir não precisa se enfeitar toda.
Basta ter o coração bem alegre que a alegria de dentro deixa a gente bonita por fora.
E ela conseguiu essa alegria fazendo todo aquele pessoal ficar feliz!!!
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